EQUIPAS MOREIRA CONGELADOS-FEIRA-BICICLETAS ANDRADE AMBICIOSAS

EQUIPAS MOREIRA CONGELADOS-FEIRA-BICICLETAS ANDRADE AMBICIOSAS

Moreira equipa sub 23

A escassos dias do Campeonato Nacional de Pista, no Velódromo Nacional de Sangalhos, Joaquim Andrade, diretor desportivo da equipa Sub 23 Moreira Congelados-Feira-KTM mostra confiança e ambição para a nova temporada, que, na estrada, arranca com o regresso da Volta à Maia, no último fim de semana de Fevereiro.

Não haverá uma liderança declarada na equipa do Sport Ciclismo de S. João de Ver. Pedro Preto, Miguel Amorim, Francisco Campos são algumas das novidades.

As máquinas dos corredores são agora Bicicletas Andrade, em 2016.

Filho do antigo vencedor da Volta a Portugal, irmão de Vanessa Fernandes, primo de Filipe Cardoso, Venceslau Fernandes é um dos nomes que levanta expetativa à partida para temporada de grande exigência.

Joaquim Andrade Sintonia

Joaquim Andrade destaca a utilização da nova sede do Sport Ciclismo S. João de Ver, em Beire.

Mais atletas no Feminino, Cadetes e Elites, e a afirmação do Paraciclismo, através do campeão feirense Ricardo Gomes, são notas importantes nas equipas Moreira Congelados, em 2016.

Com os regressos de Porto e de Sporting, esta “é a altura ideal para Santa Maria da Feira ter uma equipa profissional de Ciclismo”, garante Joaquim Andrade.

Moreira podios

Joaquim Andrade não é apenas diretor desportivo, do Sport Ciclismo de S. João de Ver. Continua como presidente da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais. Antecipa uma Volta ao Algarve, de 17 a 21 de Fevereiro, de excelência, por várias razões.

Os regressos do Porto e do Sporting ao Ciclismo são “evidentes sinais positivos para a modalidade”.

Com seis vencedores da Volta a Portugal, Santa Maria da Feira continua a ser o concelho com mais conquistadores da grandíssima. Será Jóni Brandão, Efapel, o próximo? Ou António Carvalho, W52-F.C. Porto-Porto Canal?

Já em 2016, o Campeonato Nacional de Ciclocrosse decorreu com fortes rajadas de vento, com muita chuva e frio. “Sempre que um corredor tem condições assim, sente algo único, quando termina a prova. Não é explicado em palavras. Sente-se apenas”, descreve Joaquim Andrade.